quarta-feira, 10 de abril de 2013

MOFONOVO R.I.P. (*21 JUL 2010 + 10 ABR 2013)

 
Por ter meus posts 100% bloqueados no 4Shared (conta particular) por uma denúncia que arquivos em mp3 estavam sendo compartilhados sem autorização e isto infrigia as leis dos direitos autorais resolvi acabar com o MOFONOVO.
Foram mais de 150 mil acessos neste pequeno tempo de existência. 22 coletâneas on-line divulgando o nosso tão cultuado rock curitibano e muitos posts que recuperaram bandas raras imprescindíveis na história do rock do Paraná e do Brasil.
 
FOI BOM ENQUANTO DUROU!
VALEU AOS PARCEIROS E AOS LEITORES.
 
Obrigado,
Neri

terça-feira, 9 de abril de 2013

MAVY'S “Popplewell” (2013)

 
MAVY'S foi formada em 2010 em Telêmaco Borba e Curitiba (PR) por Ronald Wagaleta, Yuri Alexei e Vinicius... Massoquetti, tocando dentro de um estilo inspirado por bandas como Bass Drum of Death, Wavves, Ty segall entre outras. Esta definição é da própria banda no Bandcamp mas eu preferia chamar de guitarnoise com um pé no lo-fi trash à la Pussy Galore. Devem detonar ao vivo.
Lançou seu primeiro album com o nome de “Popplewell” contendo 10 musicas e já que o Mofonovo foi proibido de compartilhar arquivos em host próprio por denúncia de alguém aqui disponibilizamos direto do Bandcamp da banda. Thanks ao Ian Joe do Wack por ter apresentado a banda.
 
 

 

NOTA: ARQUIVOS REMOVIDOS DO MOFONOVO

Infelizmente os arquivos disponíveis no Mofonovo foram todos removidos pelo 4Shared. Houve alguém que denunciou compartilhamento não autorizado.

domingo, 7 de abril de 2013

ÚLTIMO VOLUME DOWNLOAD - BANDAS DE CURITIBA - ANOS 90 - LUMEN FM 99.5 (07 ABR 2013)

 
FULL DOWNLOAD PARTE 1

 
 FULL DOWNLOAD PARTE 2
 
Download de todo o playlist
 
Prestigie as bandas de Curitiba indo aos shows.
Thanks às bandas e a Lumen FM (Juliana, Rogério, Murilo e Elton)
Último Volume: 16 anos sem se vender pra ninguém

sexta-feira, 5 de abril de 2013

HEROD LAYNE (SP) ABRE PARA O THE CURE NO RIO - DIRETO DO BLOG FLOGA-SE



Não é fácil. A discussão de como uma banda consegue projeção sem apadrinhamento será eterna, mesmo que a Internet tenha facilitado um bocado os processos e vias de acesso.
Quando artistas estrangeiros vêm ao Brasil pra se apresentar, vez por outra vemos artistas nacionais abrindo esses shows, mas os critérios de escolha nunca são muito claros (não que precisem ser, afinal o evento normalmente é uma iniciativa privada, que escolhe quem bem entender, da forma que bem entender). Conseguir essa vitrine não é fácil. É uma chance rara de se apresentar pra milhares de pessoas que nem sequer, talvez, sabem que tal banda existe.

Há quem estivesse disposto a pagar uma boa grana pra esse espaço, há quem não se importe muito, acredite. Há, por outro lado, artistas que entendem que abrir pra artistas internacionais populares pode acabar sendo um estorvo, já que estão todos ali torcendo pro show de abertura acabar pra vibrar com o protagonista. Também é uma verdade.

Numa conversa informal com o editor do site Rock In Press no Twitter, Marco Xi, a banda mineira Constantina foi bastante sincera quanto ao efeito de ter aberto o show do Snow Patrol na capital mineira: “não é tão legal quanto parece. Público e produção tão lá pela outra banda, e não sei se o retorno é tão bom quanto a gente espera”. E segue: “problemático é que, por exemplo, a gente não ganhou cachê, e por fim, ainda tivemos que pagar pelo operador de som…”.

Ha inúmeros outros casos. E cada caso é um caso. Normalmente, os cachês são razoáveis, embora a técnica tenha de fato que ser paga pela banda. Mas via de regra as bandas comemoram a oportunidade. A Lautmusik e a Herod Layne comemoraram a chance que se jogou na frente delas: a de abrir pro The Cure nos dois shows que a banda faz no Brasil em abril de 2013.

Ambas foram escolhidas pelo próprio Robert Smith, como ele mesmo disse em entrevista ao Portal Terra: “sempre gosto de escolher a banda local. Pedi ajuda do pessoal da banda, mas à noite eu colocava os fones de ouvido e ficava curtindo. É bom, porque agora conheço muito mais sobre rock latino do que conhecia há três semanas. É triste que no final eu só pudesse escolher duas bandas, gostei de umas cinco ou seis. Queríamos uma banda que tocasse alto. Ouvi uma chamada Medialunas que também é boa. Fizemos a seleção baseados em dois pontos principais. O primeiro era tentar dar espaço para novas bandas. O segundo é que as bandas criassem uma boa atmosfera para subirmos ao palco. Mesmo nos festivais, estou sempre preocupado com quem toca antes da gente, porque queremos criar uma experiência para o público: a partir do momento em que você entra no local do show, você verá e ouvirá música boa”.

Duas semanas antes do show, ambas as bandas foram convidadas oficialmente pela produção pra participar da turnês. A Lautmusik, de Porto Alegre, participa apenas do show de São Paulo. A Herod Layne, de ambos, Rio e São Paulo.

Passado o choque positivo, os grupos trataram de ensaiar, escolher repertório (pra meia hora de apresentação) e colocar a imaginação pra funcionar. Como funciona uma banda pequena no mundo das grandes bandas?

O Floga-se, a convite da própria Herod Layne, foi investigar (ou vivenciar) isso de perto. Há situações engraçadas geradas pela inocência, há enormes abismos entre as duas realidades, há cooperação, há esperança e há pé no chão. Acima de tudo, há respeito e diversão. Pelo menos nesse caso.


No caso específico da XYZ Live, produtora do evento, há uma boa vontade enorme pra com as bandas de abertura, tentando informar e ajudar ao máximo. Embora isso seja obrigação de quem promove o espetáculo, não é preciso ser jornalista, músico ou conhecedor de causa pra saber que nem sempre é assim.

A organização ofereceu um cachê que a banda considerou razoável, embora ela devesse pagar sua equipe técnica, que incluía técnico de luz e produtor de palco, além de técnico de som e de palco. Não havia grana pra dormir no Rio de Janeiro, no primeiro show acontecido dia quinta-feira, 4 de abril de 2013, então uma van foi disponibilizada pra ir até a capital fluminense e retornar imediatamente após o show do The Cure. Não é o melhor dos mundos, nem confortável o suficiente pra quem tem que trabalhar no dia seguinte, e boa parte da comitiva (oito pessoas, incluindo a mim mesmo) tinha que trabalhar na sexta-feira.

Embora pareça uma besteira pra quem tem uma banda, a mim me pareceu condições pouco razoáveis. Pouco conforto e o dia seguinte praticamente improdutivo pelo cansaço – fora o perigo de se viajar à noite, dependendo de um motorista cansado (o nosso era muito bom, engraçado e confiável, o que foi uma sorte).

A ida se torna uma grande festa, é possível imaginar. Todo mundo contando piadas, discutindo sobre o disco (a Herod Layne está prestes a lançar seu novo trabalho, “Umbra”, provavelmente em maio de 2013), contando histórias relacionadas a músicas, discos, shows… O processo criativo acontecendo naquele momento. Isso não tem preço.

Uma das histórias que beiram o ridículo – e que a banda acabou utilizando como muleta de descontração, por conta do nervosismo de tocar pra presumidamente nove mil pessoas pela primeira vez na vida – foi o caso do rider de camarim. A produção pergunta o que a banda quer no camarim, aquelas risíveis exigências que os grandes artistas gostam de fazer. Um dos membros da banda, pego de surpresa pelo pedido da produção, e pela pressa de ter que dar a resposta, acredite, buscou no Google o rider da própria banda.


É engraçado pensar nisso dessa forma (e o primeiro link que o Google apresenta pra “rider de camarim” é um rider… do Leoni – foi uma pequena variação disso o que a Herod Layne acabou pedindo), mas a falta de costume com um tratamento respeitoso e profissional cria embaraços desses. Embaraço que a banda levou na piada.

A sensação que se tinha na viagem é que todos estavam indo participar num show qualquer a que eles e bandas pequenas, em princípio de carreira ou subterrâneas, estão acostumados. Mas o choque é grande ao se deparar com o tamanho da HSBC Arena. O local é gigantesco, uma das casas de shows mais modernas que o país tem. O palco, um absurdo de grande. O receptivo, cuidadoso e preocupado com o bem-estar do estafe.

Há um camarim grande pra Herod Layne. O nema do grupo está na porta: “opening act”. Nele, o que a banda pediu no rider do Leoni, banheiros, internet sem fio gratuita, cabides, sofá e poltronas, um espelho enorme, um frigobar. Perfeito – mas uma estrutura ínfima perto de uma banda enorme como a do The Cure, uma verdadeira empresa, com perto de sessenta pessoas além dos músicos.



Estou ali pra documentar tudo o que posso, com o equipamento que temos em mãos: duas câmeras fotográficas digitais amadoras, duas filmadoras fullHD, um tripé. Filmamos tudo o quanto é possível. Mas os problemas começam a aparecer – impedimentos razoáveis, como proibição de filmar a passagem de som da própria Herod Layne, porque a equipe do The Cure não quer filmadoras no local. A equipe de segurança pede com educação. Desligo as filmadoras e filmo com as digitais, qualidade menor, mas o registro é feito.

É uma medida razoável do The Cure: são os astros da noite, é preciso respeitar. Não querem ninguém além do estafe dele na arena, enquanto passam o som. Ótimo. Mas enquanto a Herod Layne passa o som dela, restrito a poucos minutos, é um leva-e-traz de equipamentos dos gringos que chega a incomodar. A Herod Layne só quer resolver seu som no curto espaço de tempo e tal pressão impede que esse “tumulto organizado” da produção tire a concentração. O tempo é curto e nem tudo fica como a banda gostaria. Há um ou outro problema técnico. Vai ter que ser assim: falta uma hora e meia pro show e as portas do HSBC Arena precisam ser abertas pra entrada do público.


Uma curiosidade boba que dá a dimensão da diferença de como funciona no “mundo das grandes”: na hora de embarcar os equipamentos pro palco, ninguém da banda carregou nada. Não é preciso saber muito pra imaginar como funciona nos subterrâneos da música.

Há tempo pra almoçar no refeitório da própria casa. Mas a tensão já tá chegando ao nível máximo. O show está pra começar. É possível ver a turba entrando. Estão todos ali pra ver o The Cure – e só o The Cure. A Herod Layne sabe disso. E algo acontece que iguala todo mundo ao mesmo patamar, o de músicos querendo divertir a plateia: uma visita ilustra ao camarim.

A produtora do evento foi ao nosso camarim avisar que o Robert Smith em pessoa queria conhecer a Herod Layne. Um alvorço foi criado, porque… Bem, nem é preciso explicar que a maioria do nosso grupo estava ali na condição de admiradores do trabalho do Cure, antes de tudo.
Alguém bate à porta: “excuse me”. Entra um assessor de Robert Smith e logo na sequência o próprio Robert Smith. Ele cumprimenta todos com cordialidade. Sorri timidamente. Ele é o astro com mais de trinta anos de carreira nas costas, mas é ele que quer nos conhecer.

A conversa é amena: o que el já fez no Brasil (havia chegado naquele dia), se ele lembra do show anterior, de 1996 (não), o que ele pretende fazer nesse período em nosso país (eis a reposta mais curiosa: ele pergunta o que há pra fazer, mas ele avisa logo que queria dirigir… do Rio a São Paulo: “quanto tempo demora e qual o momento certo de pegar a estrada?”). Ao fim dos dez minutos de papo, promete tomar uma cerveja conosco após o show de São Paulo. Eu duvido, mas depois da demonstração de humildade (Robert Smith era um músico falando com outros músicos, com respeito e admiração), pode ser que aconteça, nunca se sabe.

Ele se vai, acenando com um sorriso pra dentro. Minutos depois, o assessor volta, com uma garrafa de champanhe e um vinho, oferecidos pelo próprio Robert Smith. Festa no camarim: o “rider do Leoni” havia ganhado um pouco de volume.

É hora dos últimos aquecimentos, idas ao banheiro e goles de água e vinho: o momento tão esperado bate à porta. A Herod Layne finalmente vai pisar na terra de gigantes.



A plateia está agitada. Estamos no horário. A banda se abraça ao lado do palco, no escuro, ninguém da pista os vê. Quem está na arquibancada lateral consegue enxerga-los nesse momento de força, mas não se dão conta de quem são aquelas pessoas. Filmo tudo. Está escuro demais – vamos ver no que vai dar.

Eles sobem ao palco. Se aprontam, vestem seus instrumentos. A sua frente, pouco mais de duas mil pessoas. É muita gente, mas a Arena está oca, com vazios por todo lado. Não importa. Eles tocam a primeira nota de “Penumbra”, do novo disco. Ninguém conhece, claro. É uma ambiência, uma série de notas longas. O silêncio na plateia dura poucos minutos. O primeiro impacto não foi positivo. Na pista VIP, os VIPs voltam a conversar animadamente.

A música cresce, ganha corpo, explode, a bateria de Jhonny é esmigalhada, mas Lippaus e Sacha ainda estão tímidos nas guitarras. A canção dura sete minutos. Ao final, aplausos mais entusiasmados do que se imaginava. A banda engata com “Silêncio”: mais ambiências e mais porrada. Dessa vez, a banda está mais solta. A plateia reage, mas não tanto quanto viria a reagir mais pra frente, ao final de “Umbra” e da parte 2 de “Walking The Valley”. É um final apoteótico. Os quatro esmigalham seus instrumentos tentando tirar o máximo de barulho e ruídos e microfonia possível. Algumas pessoas batem cabeça na boca do palco. Uma vitória, sem dúvida.

Fim de papo, meia hora depois de mergulharem naquele grande palco (diminuto pra eles, pra não mexer na estrutura do The Cure) e há aplausos e ovações mais demoradas do que se podia imaginar. A música da Herod Layne é difícil, lenta, barulhenta, provocativa, apenas instrumental, nada pop. Mesmo assim, uma parte da plateia captou a ideia. Outra vitória.
Os quatro deixam o palco suados. Parecia que haviam tomado uma senhora surra. Uma cerveja poderia salvar a pátria. Era o que eles mereciam.

Quando o The Cure subiu ao palco, ao habitat natural deles, a “banda pequena” voltou à sua rotina: foi à plateia e comprou umas cervejas. Os primeiros acordes do enorme show principal enterraram de vez no fundo da memória daquelas pessoas o que eles haviam acabado de ver. Ou não.

Perambulando pela pista, eu e Lippaus ouvimos um chamado. Um casal jovem, de vinte e poucos anos, a mesma idade de Lippaus, queria tirar uma foto com o guitarrista. Adoraram o que viram.
Se uma pessoa ou duas pessoas gostaram da Herod Layne nesse dia, já valeu a pena viver os poucos dias no mundo dos grandes negócios da música.

1. Penumbra
2. Silencio
3. Walking The Valley – Part 1
4. Umbra
5. Walking The Valley – Part 2

Herod Layne - Penumbra e Silêncio (Ao Vivo) 


Escrito por Fernando Augusto Lopes (BLOG FLOGA-SE)

domingo, 31 de março de 2013

ÚLTIMO VOLUME RADIO - ESPECIAL [THE HAIR & SKIN TRADING CO] UK (31 MARÇO 2013) LUMEN FM 99.5 CURITIBA, PR, BRASIL

 
FULL DOWNLOAD PARTE 01
 
01 Pipeline [Jo In Nine G. Hell] 1992 mp3

02 Elevenate [Jo In Nine G. Hell] 1992

03 KAK [Jo In Nine G. Hell] 1992

04 Ground Zero [Jo In Nine G. Hell] 1992 mp3

05 Torque [Jo In Nine G. Hell] 1992

06 On Again, Off Again [Over Valence] 1993 mp3
 

 
FULL DOWNLOAD PARTE 02
 
07 Machine Gun [Over Valence] 1993
 
08 Go Round [Over Valence] 1993
 
09 K-Funk [Over Valence] 1993 mp3
 
10 Sub Surface [Over Valence] 1993
 
THE HAIR & SKIN TRADING COMPANY
John Wills
Neil Mackay
Nigel Webb
 
 
The Hair and Skin Trading Company is a British drone / avant-noise group, formed in 1991 by ex-Loop members Neil Mackay (vocals/bass) and John Wills (drums). Joined by guitarist Nigel Webb and Richard Johnston on samples (who left as a band member during the recording of the first album, but periodically collaborated as a live engineer adding live dub to their sound and whose samples also appear on Psychedelische Musique uncredited), they released their debut album Jo in Nine G Hell on Beggars Banquet Records in 1992. They also played the Reading Festival that year,[1] with tours of Europe, U.S.A. and the U.K, following their subsequent releases.
Their first two albums bear influences of My Bloody Valentine and The Skids, while the vocal delivery has been compared to The Fall's Mark E Smith.[2] By the third album, 1995's Faust-like Psychedelische Musique, the band had dispensed with conventional rock elements, and few of its songs bear titles; instead these were denoted by letters or symbols.
Wills now records and performs as Pumajaw. Mackay formed a band with his then wife Kim Hannibal called Juicy Eureka and released an album for Lissy's Records titled Making Things Up and Then Forgetting Them. Mackay and Webb played several gigs around London with Tony Irving in a free noise/jazz band called Unity Gain. Webb continues to makes music under the name Micro/Nigel Webb and Digital Signal Recordings.

DISCOGRAPHY 
 
Ground Zero [EP] – 1992
Jo in Nine G Hell [Vinyl,CD, Cassette, Download] – 1992
Over Valence [Vinyl, CD, Cassette, Download] – 1993
Psychedelische Musique [Vinyl, CD,.] – 1995
Loa [single, vinyl, CD]
Go round [EP] [vinyl, CD]
Brighton/Highbury' [E.P 7"]
k-funk [flexi 7" single]
Deafening Divinities [compilation]
Monsters, Robots and Bug Men-a user's guide to the rock hinterland [compilation]
 
 
 
LUMEN FM 99.5 - CURITIBA - PR
Since 1997
ALWAYS 100% ALTERNATIVE RADIO
NO MONEY, NO MERCHANDISING, NO WAVE
 
No ar todos os domingos, 23h
Lumen FM 99.5 - Live Streaming
Marco Stecz e Neri da Rosa

 LUMEN FM 99.5 - CURITIBA, PR - BRAZIL

Staff:
Rogerio Chiocchetti - Diretor
Juliana Sartori - Coordenadora Artística
Elton Sales - Sonoplasta
Murilo Moreira Souto - Sonoplasta
 

sábado, 30 de março de 2013

MOFONOVO#22 V/A BANDAS DE CURITIBA "Helio [Botão] Leites - ABRIL 2013



 
(BAIXE OS SONS DAS BANDAS MAS VÁ AO SHOWS) 
 
Nesta edição de abril do Mofonovo#Compilation a capa é em homenagem ao grande artista plástico Helio (Botão) Leites. Conheço ele desde os anos 80 ainda quando assinava Helio "Lettes", seu verdadeiro nome. De tanto chamarem ele de "Leites" o cara mudou o nome.
Dono de uma criatividade incomum Helio Leites trabalha arte em miniaturas. São pequenas caixas de fósforos que viram palco, botões de repente são rodinhas de carro, latas de atum e sardinha que se tornam teatro. Helio abandonou uma carreira de bancário para virar artista o que também é uma atitude corajosa hoje em dia. Ainda mais como artista plástico.
 
ASSISTA ESTE PEQUENO DOCUMENTÁRIO QUE MOSTRA
MAIS SOBRE A ARTE DE HELIO LEITES

 
VAMOS ÀS BANDAS!!!!!
 
01 5 GRAUS "Samba Canção"
 
Formada no bairro do Boqueirão em 2006 a banda pratica 100% o rock curitibano lembrando muito os clássicos entre Paraná Clube x Atlético Parananaense.
Tocaram em tudo quanto foi buraco em Curitiba como na mostra Pras Bandas, CUCA da União Paranaense dos Estudantes, Pequen Cotolengo, Festival do SESC, National Garage do 92 Graus, Curitiba Calling entre outros. O primeiro CD saiu em 2007.

 
02 APENAS AMADEU "Quand Le Solieil Dort"
 
Apenas Amadeu é W. Albuquerque, escritor, compositor, designer, fotógrafo, desenhista... que revela aqui em folk lo-fi os mais puros sentimentos através de melodias leves e caóticas.

 
 03 CADELIS MC "Em Vão" (Remix Fuba Beats)
 
Gustavo Cadelis é um MC firmeza e de cara no seu site já vem estampado - Rap inovador sem perder as raízes. Letras com atitudes conduzindo a uma nova linha de pensamento, rimando a realidade das ruas e trazendo a alegria do povo. Fuba Beats detona nos remixes aqui nesta faixa.

  
04 CÃO BALEIA "Insone e Só"
 
Cão Baleia é Rodrigo Grigoletti e Matheus Mantovani que estão lançando um compacto duplo em vinil de 7" com o nome de "Insone e Só". O material foi todo gravado entre agosto e novembro de 2012 no estúdio Audiocake em Curitiba e masterizado pelo audacioso Chris Bauer no estúdio Audio Mastering Service em Passau, Alemanha. O vinil vai ser prensado na fábrica GZ Digital Media em Ledonice na República Tcheca. A capa e encarte serão fabricadas artesanalmente pela Caderno Listrado de  Curitiba sob a supervisão de Daniel Barbosa. Isto e que chamo de conceito em música!

05 ELETRO SILVINO "Tuieu"
 
Segundo seus integrantes, Rogério Franzini e Tiago Kuckel o Eletro Silvino é u som que transmite a conversa do diabo, tentando convencer um cara que ele irá para o inferno. Porém o cara é abençoado e conta suas passagens com o diabo e acaba fazendo com que o sete peles se renda à sua tese. O que vale é que todo mundo culpa o diabo por seus erros e cagadas e a maldade do homem que faz a fama do personagem maldito que leva sempre a bucha e a culpa por tantas atrocidades e maldades boladas apenas pela mente humana.

 
06 ENDOSE "Diamantes na Lama"
 
Com uma pegada firme e personal a banda Endose veio pra fazer bonito na cena rock da cidade. Desde 2010 os rapazes fazem um som cheio de texturas pós-grunge entre o peso e a leveza que vai da psicodelia ao funk. "Diamantes na Lama" é uma dauelas músicas que você não quer parar de ouvir.

  
07 EU, VOCÊ E MARIA "Espera"
 
Projeto eletro-acústica-vocal-performática-mpb de Curitiba formado por Fabio Raesh, Ju Fiorezi e Nani Barbosa. No FB da banda diz que unem em um mesmo espetáculo experimentação vocal, tecnologia e mpb. De agenda sempre lotada já participaram de vários eventos pelo Brasil.

 
 08 JOHN BARBA E TONI ANTONIO "Peso do Vento"
 
Esbanjando poesia musical, John Barba, guitarrista e vocalista do Ervilhas Astrais ataca de projeto solo com o talentoso parceiro e fiel escudeiro Toni Antonio. "Peso do Vento" é o novo single e o lançamento oficial será dentro do novo CD "Bolha Sonora" que será lançado em breve.

 
 09 NANDO CAVALARO "Candy"
 
Um amigo me enviou o track deste compositor de mão cheia. Com "Candy" Nando Cavalaro faz um folk-melody profissional e posso afirmar: o cara é bom! Dá uma olhada no Soundcloud dele e confira o que estou falando. http://soundcloud.com/nana-loop-1

 
10 OS SAVAGES "Fora de Si"
 
Gean Santos (Quick White Fox), Lucas Chavo e Heitor Dolinski atacam de power trio. Os Savages que mistura um pouco de Buzzcocks e The Stooges resultando num som rebelde, garageiro e punk! No palco os caras detonam. Vale a pena conferir os shows deles.

 
11 OUR GANG "Lilli Girl"
 
Eles venderam as mães pra comprar sintetizadores e se aventuraram em praias malucas tomando muita caipirinha. Estes seres que provavelmente habitam algum planeta gelado são Andre Sakr, Juliana Girardi e Alessandro Oliveira (ex-Copacabana Club). Já vou avisando: a gang é pequena mas poderosa!

12 VITROLA DO ANO "Ledo Engano"
 
Samba, mpb, brazilian swing, rock, bossanova.. André Drabeski, Lucas Mion, Bruno Henrique Lopes (Te Extraño) e Luiz Felipe do Vale formam o Vitrola do Ano. São projetos assim que fazem a gente acreditar que Curitiba ainda tem jeito!

 
Mês que vem tem mais bandas curitibanas aqui.